Segundo o estudo, essas pequenas esferas podem também combater o entupimento das artérias, aumentando a eficácia do tratamento de doenças que podem causar ataques cardíacos. Atualmente, o tratamento consiste na introdução de uma espécie de pequeno balão que força a reabertura dos vaso e então um tubo, chamado stent, é implantado na artéria para mantê-la desentupida.
No entanto, muitas vezes esse processo provoca um rápido crescimento do tecido ao redor do stent, o que pode levar a um novo bloqueio da artéria. Segundo os cientistas, o avanço das novas cápsulas se dá porque elas identificam dentro do organismo o exato local que precisa ser tratado e possuem uma ação prolongada de até 12 dias.
Apesar das nanopartículas já terem sido desenvolvidas, especialistas advertem que ainda pode levar vários anos para que a técnica comece a ser testada efetivamente em pacientes humanos. A pesquisa foi publicada na última edição da revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences.

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